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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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Castigo Máximo

23
Set24

Tudo ao molho e fé em Gyokeres

It's getting Harder


Pedro Azevedo

Havia várias hipóteses para o título desta crónica. Por exemplo, "O amor é fogo que Harder sem se ver", além do trocadilho armado ao chico-esperto, dar-lhe-ia o elo emocional da paixão que caracteriza a ligação dos adeptos ao clube. Porém, Camões e os seus contemporâneos desconheciam que o metanol também arde sem se ver, o que poderia ser redundante. Além de que em tempo de calamidade provocada pelos incêndios, de homenagem aos bombeiros e de solidariedade com todos os que perderam a vida ou bens materiais (neste último caso, como a D. Maria Elvira, ontem pela primeira vez no José Alvalade), qualquer referência associada a fogo, ainda que puramente metafórica, poderia ser visto como de mau gosto. Depois, pensei em "We try Harder", um toque internacional num clube com nome próprio inglês e apelido Portugal. Mas é um slogan bem conseguido da Avis e eu não quis confundir entradas de carrinho com alugueres de automóveis. Foi então que me surgiu o "It's getting Harder" (para os futuros adversários, claro, já consumidos pelo "pesadelo" Gyokeres e na iminência de levarem com um clone). Sem prejuízo de que a Pfizer possa ter encontrado aqui um reclame e um rosto para aquele produto que dilata o fluxo sanguíneo de um certo órgão que não o da igreja, embora já se tenha ouvido o órgão e o sino a rebate de igreja por causas relacionadas com mortes em que o falecido utilizador se apresenta de coração cheio e um sorriso na boca. 


Ontem, o Sporting jogou contra um clube que ninguém sabe exactamente como se chama e poucos têm a noção de onde mora. É verdade, nas televisões oscilam entre chamar AVS ou AFS a este clube com nome de empresa feita no hora (nomes como "Universo Lúdico", "Vibrante e Radiante" ou "Transverso Litoral" não deveriam estar disponíveis). "It's sad!" - diria algum inglês com disposição para a ironia... Mas há mais!!! É que esta SAD liderava um clube de Vila Franca e agora migrou para Aves, a 320 Km de distância. Será que os seus adeptos vilafranquenses são basculantes e gastam 6 horas (ida e volta), duas vezes por mês, para acompanhar a equipa? Ou pensam que isto assim é uma tourada, e para tourada toda a gente sabe que não vale a pena sair de Vila Franca? 

Sem Pote e sem Edwards que o substituísse, Ruben Amorim optou por "lançar Conrad Harder às feras". Quer dizer, fera é o Harder e por ser leão mais ainda, mas isso ainda estava no segredo dos deuses (do Scouting). Não tardou porém a não ser segredo para ninguém, nomeadamente para os jogadores daquela coisa (com nome) em forma de assim (ou assado) - obrigado, O'Neill -, que doravante não pararam de suar as estopinhas. Pelo que não tardou a sentir-se a influência do dinamarquês: primeiro, num remate de pé esquerdo que inaugurou o marcador; segundo, numa assistência para Gyokeres que dilataria o resultado, após um inicial desarme de Hjulmand (uma verdadeira invasão Viking à área do... "coiso"). 

Se o Harder deu o mote, logo o Gyokeres não quis ficar atrás. Marcou o segundo golo da noite e desatou a correr como se não houvesse amanhã e eternos fossem o seu coração e alvéolos pulmonares. Ora, quando o sueco está nesse modo, o que acontece dia sim, dia sim, o melhor é saírem da frente. A sorte do... "coiso" foi que o árbitro também pareceu ser feito na hora, primeiro não assinalando um penalty por braço na bola na sequência de um cabeceamento de Harder, depois negando duas faltas perigosas cometidas sobre o nosso Vik Thor. Ainda assim, pelo meio, o Gyokeres teve tempo para amortecer a bola no peito para o Trincão e depois fazer um sprint para agradecer a recepção e disparar um tiro indefensável até para o mítico Ochoa que defendia a baliza da "instituição", algo que motivou um comentário bem-humorado ao excelente comentador que é o Pedro Henriques, que afirmou que "qualquer dia o Gyokeres marca um canto e finaliza ao primeiro poste". Porque o homem é omnipresente, um deus dos estádios. Tanto que pode não valer o preço de 100 milhões para o mercado, mas, para nós, o seu valor intrínseco é certamente muito maior. Quanto valem 3-4 temporadas na Champions e uma possível qualificação para o Campeonato do Mundo de clubes? E quanto ajuda o Gyokeres a valorizar o restante plantel? Ah, pois é !!! E já nem falo da valorização da marca Sporting como um todo...

 

Tempo ainda houve para Fresneda e Esgaio jogarem uns minutos e para Maxi mostrar ser um bom jogador. No fundo, houve tempo para tudo, menos para o... "coiso" chutar à baliza, cortesia da pressão dos jogadores do Sporting que tanto gosto deu certamente a Amorim (e a este adepto) ver. 

Mais uma vitória, liderança reiterada do campeonato, venha o próximo. Que será o Estoril... É para ganhar, com certeza, que não queremos "canarinhos na mina de carvão" que a imprensa logo trataria de criar para dizer que a este leão lhe faltou o oxigénio. 

Tenor "Tudo ao molho...": Gyokeres (Harder seria uma excelente alternativa). 

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18
Set24

Tudo ao molho e fé em Gyokeres

Euclides, Higgs, Thor e o Cisne juntos numa rapsódia verde


Pedro Azevedo

O professor Manuel Sérgio, primeiro, e José Mourinho, mais tarde, defenderam em tempos a ideia de que quem só percebe de futebol, nada sabe de futebol. Pensei ontem nisso enquanto observava as movimentações do trio de ataque do Sporting: a  riqueza do futebol do Sporting deve muito à diversidade da sua linha avançada, que harmoniosamente mistura rectas e curvas, balanceando os ângulos rectos inscritos a alta velocidade por Gyokeres com as hipérboles e parábolas descritas por Pote e as espirais verticais desenhadas por Trincão. Não é só futebol, é também geometria euclidiana pensada e potenciada pelo professor Amorim na Academia de Alcochete e depois aplicada ao futebol. Porque o Rúben não percebe só de futebol, e por isso, ainda que aqui e ali errando como qualquer um de nós mas aprendendo com os erros mais depressa do que a maioria, sabe tanto de futebol. 

Para se entender como chegámos a este "estado de arte" é preciso primeiro perceber que temos um génio entre nós. Porque, se agora há um Gyokeres, que nos facilita bastante o cumprimento de multiplas tarefas, é forçoso não esquecer que tudo começou com Sporar. E, ainda assim, fomos igualmente campeões, conseguindo desse modo gerar os primeiros recursos financeiros que estiveram na origem de um crescimento futebolístico que nos trouxe aqui. Tê-lo feito com Sporar como ponta de lança, um homem tão avesso ao golo que simultaneamente capaz de desafiar o princípio da impenetrabilidade da matéria e de criar uma crise de ansiedade num monge tibetano, foi um perfeito milagre. Como milagre é o ser humano, quase 100% de vazio que submetido a um campo magnético liberta uma partícula dita de Deus (Bosão de Higgs) que faz com que o seu corpo se adere como uma tela esponjosa e ganhe uma massa. O nosso corpo sim, o de Sporar ("O Gozão de Higgs") não, daí a bola sempre ter insistido em lhe perpassar o corpo como se do vazio se tratasse e ele fosse somente um holograma. Pelo que para se entender o salto quântico que o nosso futebol deu, basta comparar esse Sporar com o actual Gyokeres... (Agora que tanto se fala virtuosamente sobre os nossos trios, de centrais, avançados ou mesmo Vikings, convém não esquecer que imediatamente antes de Amorim os trios eram tão mal vistos que um deles até passou à história como "Os Três Tristes Trincos".)

 

Ontem recebemos o Lille, o clube mais emblemático da cidade com o mesmo nome que era a capital da antiga região administrativa de Nord-Pas-de-Calais, a mesma que ostentava um leão rampante como símbolo. Havia portanto algum irmandade, ainda que remota, entre Sporting e Lille, e não apenas no que concernava ao idêntico sistema táctico usado por ambas as equipas. 

O Sporting entrou no jogo como um caloiro no primeiro dia de aulas, reservado e assim procurando não dar muito nas vistas. Mas é impossível disfarçar um "elefante numa loja de porcelana", pelo que cedo Gyokeres deu sinais de não estar cómodo com o status-quo. Daí até ao intervalo, Vik Thor Gyokeres não parou de fazer estragos: primeiro assistindo Pote na cara do golo, depois com um passe de chicuelina que tirou 3 adversários do caminho e culminou com um tiro indefensável que inaugurou o marcador, finalmente provocando a expulsão de Angel Gomes, filho do Gil que foi campeão do mundo de juniores por Portugal, em Lisboa. 

Em vantagem no marcador e a jogar em superioridade numérica, o Sporting foi trocando a desconfiança pela crença, paulatinamente regressando ao tipo de jogo que vem caracterizando o início desta época. A pressão a meio campo finalmente tornou-se efectiva e houve então espaço para as arrancadas fenomenais de Gyokeres. Numa delas, a bola sobrou para Bragança, que ao intervalo substituíra o amarelado Morita (um amarelo num amarelado nipónico só por si já seria redundante, pelo que o Amorim assustou-se e evitou vermelho ficar... de raiva). O Daniel então tocou para o lado e o que aconteceu a seguir mereceria uma crónica à parte: Debast, patinho feio na Supertaça, foi o cisne que cantou o fim dos franceses, para tal recorrendo a uma raquetada na bola, qual Passing-Shot, que deixou Chevalier pregado no chão enquanto a bola se anichava no ângulo superior esquerdo da sua baliza. 

Até ao fim do jogo, Quenda e Gyokeres poderiam ter ampliado o marcador, ambas as tentativas goradas por "péquenos" pormenores: o pé trocado do jovem da nossa Formação e o pé milagroso de um francês que milimetricamente desviou o remate do sueco do alvo. Tempo ainda para Israel brilhar, cortesia do seu compatriota Maxi que ainda não teve tempo para ler o guião completo que dita as linhas com que se cose o fio de jogo do leão. 

Sem ser brilhante, o Sporting entrou com o pé direito nesta edição da Champions. Seguem-se 2 jogos fora que é imperioso ganhar, no Phillips Stadium (Eindhoven) e em Graz. Depois, a confirmarem-se essas vitórias, todos seremos José Torres a reclamar que nos deixam sonhar. Sim, sonhar, a forma natural de contornar a velha máxima de Ortega y Gasset, de que "O Homem é o Homem e as suas circunstâncias". 

Tenor "Tudo ao molho...": Vik THOR Gyokeres

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16
Set24

Tudo ao molho e fé em Gyokeres

O Limão-Mecânico


Pedro Azevedo

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Após o interregno necessário para o senhor Martinez (e todos os outros "senhores Martinez" das diversas selecções, ainda que na sua grande maioria muito menos bem renunerados) amortizar em trabalho de campo, e, no caso particular, na recuperação de salvados, uma pequena parte da bagatela dos 4 milhões de euros brutos anuais que a imprensa dá conta de ser o seu salário, regressou a Primeira Liga. O Sporting, líder do campeonato, visitava Arouca, pelo que o tema da semana andou à volta de como se poderia parar Gyokeres e, por conseguinte, o Sporting. O assunto logo à partida não mereceria o ruído que se fez à sua volta, pelo simples facto de que a única forma de evitar que Gyokeres faça estragos ser assegurar que ele fique em casa (e, ainda assim, acorrentado, pelo sim, pelo não...). Além de que levantava um problema: se todos os recursos tivessem de ser alocados ao sueco, que estragos poderiam fazer Pote ou Trincão? No fundo, a velha história da manta curta que ao cobrir os pés destapa a cabeça.  E foi exactamente da cabeça de Pote que nasceu o primeiro golo dos leões, em lance principiado por Gyokeres e continuado por Trincão. Confúcio um dia disse-nos que se um problema tem solução, então devemos concentrarmo-nos na solução, mas, se o problema não tiver solução, nesse caso não haverá razão para nos preocuparmos. Como o problema não tinha solução, os arouquenses iam trocando a bola desde trás, à espera que depois um milagre colocasse a bola num local promissor para um dos seus avançados facturar, mas Cristo foi ser profeta para outra freguesia (Arábia Saudita) e sem ele não houve o milagre da multiplicação dos lances ofensivos arouquenses. Nesse transe, o Sporting foi pressionando cada vez mais o Arouca, asfixiando o seu adversário: um auto-golo a nosso favor foi anulado pelo VAR por uma margem que seria desprezível para o John Holmes. Mas o que o VAR tirou com uma mão deu com a outra, mais uma vez na sequência de uma cabeçada de Pote que embateu num dos membros superiores do japonês Fukui. Chamado a converter, o Vik Thor Gyokeres mandou o guarda-redes para o vazio e a bola na direcção dos 3 pontos. Para o trabalho dos 3 Mosqueteiros ficar completo, só faltava Trincão molhar o bico: eis então que Gyokeres serviu um apoio frontal a Bragança e este logo meteu a bola em Trincão. O que aconteceu a seguir foi um momento de pura magia, em que dois arouquenses procuraram fechar o espaço e o ex-culé não lhes deu tempo, concluindo de forma indefensável. 

A mecanização do futebol do Sporting tem sido insustentável para os nossos adversários. Qual Limão-Mecânico, as rotinas de jogo do leão são altamente aromatizadas e vêm--se revelando amargas para os nossos sucessivos opositores, que têm sentido que a nova pele do leão tem casca dura e é bem difícil de roer. Segue-se o Lille, e com ele a possibilidade de internacionalizar este limão português que em boa hora Amorim desenvolveu num limoeiro mágico sito em Alcochete, local onde não se anda (ainda) propriamente a ver passar os aviões. 

Tenor "Tudo ao molho...": Francisco Trincão 

01
Set24

Tudo ao molho e fé em Gyokeres

São Gyokeres contra o Dragão


Pedro Azevedo

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A percepção muitas vezes não corresponde à realidade. Umas vezes porque está errada, outras porque a própria realidade está prestes a mudar (e a percepção só reage após o facto consumado): na antecâmara do jogo, o Sporting ia defrontar um treinador invicto de um clube da cidade invicta, uma espécie assim de invicto ao quadrado, que de sinergias se espera um efeito multiplicativo e não só a soma das partes - Essa era a realidade. Depois, entrava a percepção: a de que o Porto seria imbatível, que "Não há duas sem três" e os últimos 2 jogos haviam pendido por sortilégio para eles, o último de forma particularmente insólita e, pensava-se, traumatizante. Tal alimentava a lenda, o mito do dragão. Só que a essa percepção faltou um elemento: São Gyokeres. Igualmente lenda, no caso da mitologia leonina, este Gyokeres não veio da Capadócia e logo demonstrou não ser súbdito romano pela forma como desmontou um adversário com nome de imperador (Otávio). Mas foi ele que primeiro apontou a lança ao pescoço do dragão e depois matou as suas aspirações, criando assim uma nova realidade. 

 

O Porto começou forte, confiante no seu tiki-taka a meio campo, seguro da sua superioridade numérica nessa zona nevrálgica do campo. Mas depois o Sporting foi apertando as marcações, reduzindo os espaços, enlaçando o Porto num torniquete que só estrategicamente em alguns momentos se aliviava. Morita comandou essa revolta leonina, bem secundado pelo estratega militar de Ruben Amorim, o Pedro Gonçalves, o popular Pote, um mártir ou Santo Contestável (às mãos de Roberto Martinez), um rapaz proveniente da República do Alto Tâmega e recém-naturalizado (desde Sexta-feira) português. Com o decorrer do tempo, contida a aventureira epopeia portista, os dois, com o imprescindível apoio de Gyokeres, foram também encontrando os espaços no ataque e criando oportunidades para os colegas. Trincão, o jogador que para ser compreendido não dispensa a consulta do almanaque Borda d'Água, desperdiçou a sementeira e nada colheu. E fomos para o intervalo empatados, num jogo de futebol que bastas vezes imitou outros desportos: houve jogadas em cabines telefónicas que replicaram o futsal e a placagem de Varela sobre Trincão teve resquícios de rugby, vela (Trincão ia à bolina quando levou com a retranca portista) e bowling (no fim, três pinos no chão). 

O Gyokeres ameaçou no início do segundo tempo: o argentino Varela negou-lhe o golo em cima da cal que divide o sucesso do inêxito. O sueco voltaria à carga num lance em tudo idêntico ao duelo com Otamendi da época transacta: Otávio não se conteve, quis igualmente adivinhar a charada antes do tempo, falhou e ficou de fora. A emenda subsequente foi pior que o soneto: penalty, cartão amarelo e 1-0 para o Sporting. [O Gyokeres parece que voa baixinho sempre que perto de si há um(a) OTA.]

 

A partir daí o Porto só poderia voltar ao jogo através de uma bola perdida na área ou cabeceamento mortal. Consciente disso, o Vitor Bruno ainda lançou o Fran Navarro e o gigante Samu, mas a defesa de anti-aérea dos leões mostrou-se impenetrável à medida que o jogo caminhava para o fim. Com o tempo a escoar-se, espaços nas costas portistas apareceram com mais frequência. Bola então para o Geny bolinar a partir da direita e rematar com a canhota: o Diogo Costa lançou-se, esticou-se, cresceu em envergadura mas não o suficiente para parar o que não tinha defesa. O Estádio quase veio abaixo, a vitória seria nossa e já nada a poderia impedir. Agora será tempo de seleções. Entretanto, a liderança (do campeonato) assenta-nos muito bem, real e percepcionadamente. 

Tenor "Tudo ao molho...": Gyokeres (o "Vitór")

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