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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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    Pedro Azevedo 21.03.2020

    Muitos anos antes, na década de 80, vi um outro Sporting x Barça, o do golo do Roberto que estragou uma noite mágica.
    A este jogo mais recente da Champions fui com um amigo Sportinguista e dois catalães. Estes, uma senhora e um cavalheiro, ficaram loucos com o ambiente no estádio. Diziam-me no final que no Camp Nou não havia aquele ambiente. E disseram-me que ir-se-iam fazer sócios do Sporting.
    A paixão nunca morrerá enquanto viver no coração do último Sportinguista. O que acontece é que vivemos um choque e a seguir não houve capacidade de colar as peças. Mas o Sportinguismo não morreu. O fogo está lá, falta a cendalha que o acenda.
    Mais do que quaisquer proselitismos, eu também quero o Sporting que conheci de pequenino de volta.
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    RCL 21.03.2020

    O Sporting de Yazalde?
    Penso que o Sporting não soube adaptar-se aos tempos modernos. O futebol , o desporto em geral, transformou-se, hoje é uma industria que movimenta milhões e milhões.
    A partir da década de 80 os títulos começaram a decidir-se, muitas vezes, nas secretarias.O Sporting raramente teve alguém nos pontos chaves. O FCP e o Benfica dominaram e dominam esse meandros. A CS tem grande influencia e também aí o Sporting não tem ninguém.
    Também a desunião que se vive há anos entre os adeptos, sobretudo os sócios, tem contribuído para este estado de coisas.
    Falar sobre o Sporting é matéria para os sociólogos. Este não é o Sporting da sua infancia, muito menos da minha. Ainda hoje me lembro do título de 1958, andava eu na primária. Uma alegria enorme que confundiu o meu pai, benfiquista, que nunca tentou influenciar-me.
    SL
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