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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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Castigo Máximo

29
Set20

As causas da coisa (1)


Pedro Azevedo

Com a devida vénia ao Miguel Esteves Cardoso, a quem alterei o plural com o singular (e vice-versa) de um dos seus mais famosos livros, aqui irei começar uma nova rúbrica dedicada às causas pelas quais merece a pena lutar no futebol português.

 

Causa nº1: Mais tempo útil de jogo

 

https://castigomaximo.com/tempo-util-de-jogo-140013

https://www.ojogo.pt/futebol/1a-liga/tondela/noticias/o-que-aconteceu-e-uma-vergonha-e-o-cartao-de-visita-do-futebol-portugues-12763903.html

 

O indicador estatístico do tempo útil de jogo aponta que a Primeira Liga portuguesa é aquela a nível europeu onde se joga menos. Tal tem obviamente repercussão na qualidade do espectáculo e intensidade e ritmo de jogo, aspectos que se tornam depois mais notórios quando as nossas principais equipas competem na Europa. É essencialmente uma questão de mentalidade que urge alterar, sendo que para isso se torna necessário envolver dirigentes de clubes, treinadores, jogadores, árbitros e a própria Liga Portugal. Para que o futebol positivo vença e possamos ter equipas mais competitivas deverá haver um maior equilíbrio. Isso passa por uma maior equidade na distribuição das receitas televisivas entre os clubes, mas também encontra raiz profunda nos valores que são trazidos para o jogo: presidentes que ao fim de duas, três derrotas interrompem projectos, treinadores receosos do despedimento e a quererem ganhar a todo o custo, jogadores educados no anti-jogo, árbitros que contemporizam com as simulações dos jogadores e paragens abusivas de tempo para quebra do ritmo do jogo são apenas alguns factores que carecem de uma mudança de mentalidade, processo do qual a Liga não se pode obviamente demitir. 

liga nos.jpg

2 comentários

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    Pedro Azevedo 30.09.2020

    Muito obrigado pelas suas sugestões. Apreciei especialmente a que incide sobre os guarda-redes. Se um se lesionasse, outro poderia logo entrar, invertendo-se o processo assim que o primeiro recuperasse. Logicamente, a substituição dos guarda-redes não contaria para a contagem do número de substituições.
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