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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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Castigo Máximo

02
Out19

Atlas e Sísifo


Pedro Azevedo

Na mitologia leonina, coexistem Atlas e Sísifo. O primeiro é um indivíduo de carne e osso, o segundo é uma ideia colectiva, um placebo servido com o intuíto de despertar reacções psicológicas positivas em comuns mortais. Ambos foram condenados por deuses que deviam estar loucos a trabalhos sem sentido. Ao Atlas maiato, os deuses impuseram que carregasse sozinho o céu leonino nos seus ombros, rodeando-o de uma série de almas penadas incapazes de interferir e que aguardam no purgatório pelo resultado da sua resiliência. Ao Sísifo Formação, os deuses encomendaram descobrir e fazer subir montanha acima um conjunto de jovens para que, chegados ao topo, fossem mandados por aí abaixo, não podendo assim substituir as almas penadas na ajuda ao nosso Atlas. É assim, nesse despropósito, que vive o futebol do Sporting.

Atlas 004.png

sisifo.jpg

2 comentários

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    Pedro Azevedo 02.10.2019

    Foi o caminho seguido. Podia ter sido outro, o do futuro, da esperança, da alegria e da felicidade, mas provavelmente aconselhado por algum "avençado centro" foi-se por aqui, o caminho da defesa e do demarcar de território.

    O rugby... tenho uma grande paixão pelo rugby e pelo que significa. O meu filho é praticante há 10 anos, pelo que já vi centenas de jogos. Quando Portugal foi ao Mundial, eu desloquei-me a Lyon para ver a nossa selecção defrontar os "All Blacks", equipa que rivaliza no meu coração com o País de Gales para vencer este Mundial. Lembro-me de antes e depois do jogo estar a confraternizar com os neozelandeses, gente simpática, à volta de umas imperiais. O ambiente entre os adeptos, o fair-play dos jogadores, a preocupação dos árbitros de ajudar e não estragar o espectáculo (adoptando uma postura preventiva e não repressiva), o pioneirismo na procura da verdade desportiva, tudo isso são exemplos que deveriam ser importados para o desporto-rei.

    Eu também gostaria de falar mais vezes dos jogadores, no fim do dia a origem da nossa paixão pela bola. Os grandes jogadores, quero eu dizer. Infelizmente, temo que hoje em dia as pessoas estejam formatadas primeiramente no ódio, pelo que a clubite desenfreada prematuramente rouba o sonho do adepto. É preciso gente que realmente ame este jogo.

    Um abraço e obrigado por me fazer lembrar bons momentos à volta de jogos de rugby.
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