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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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Castigo Máximo

22
Nov20

Bizarrices


Pedro Azevedo

Após uma paragem de duas semanas para as selecções, um pouco por toda a Europa os campeonatos retomaram o seu curso. Assim ocorreu na Alemanha, Espanha, Inglaterra, França e Itália, os Big 5. Não foi porém o caso em Portugal, país onde jogar-se-á muito pouco para a Primeira Liga durante o mês de Novembro. Ora, eu não tenho nada contra a Taça de Portugal, competição que nos traz a nostalgia de rever históricos como a antiga CUF (hoje Fabril), Barreirense, Montijo, Beira Mar ou Sporting de Espinho e leva a atenção dos amantes do futebol até ao Portugal profundo, onde há sempre um David preparado para derrotar um Golias e tornar-se o novo tomba-gigantes. O que me incomoda é a forma como é gerido o negócio do futebol profissional em Portugal. Sim, porque o campeonato e as provas internacionais são o negócio, para a Taça de Portugal está reservado o futebol no seu estado mais puro: uma festa. Mas haverá festa do futebol quando o público não pode estar presente nas bancadas?

a festa da taça.jpg

(Imagem: Sapo Desporto)

6 comentários

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    Pedro Azevedo 23.11.2020

    P.S. Já dizia o 0’ Neill: “Bosch é bom”. Também serve para o Hieronymus .
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    Anónimo 23.11.2020

    Tive aqui um lapso imperdoável que vou tentar "arranjar"

    Pão e circo racionados. Se não faltar o vinho e vitórias, menos mau.
    Venha um Natal Verde e branco que a tradição já não é o que era

    https://www.youtube.com/watch?v=2OrcQIweUoQ&ab_channel=hugoc3 https://virusdaarte.net/bosch-o-barco-dos-loucos/

    PS-Agradeço crítica. Ainda faço da estrofe uma mensagem de Natal. O Estrela não chegou a ir à Primeira, faltou um bocadinho assim. Tramados pelo Portalegrense, um impacto brutal.

    Em contrapartida ganhou-se uma guerra civil, famílias divididas e bebedeiras individuais e colectivas que contribuíram para o desanuviar da situação (ao princípio não)



    Um abraço, Miguel


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    Pedro Azevedo 23.11.2020

    Já agora, permita-me destacar o futebolista portalegrense porventura mais ilustre. Chamava-se Carlos Canário e do Estrela(?) saiu para o Sporting. Começou por jogar na linha atacante, mas foi como médio no apoio aos 5 Violinos que mais se destacou. Dotado de grande técnica, não sei se ainda não será o jogador portalegrense mais internacional de sempre...

    Um abraço
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    Anónimo 23.11.2020

    Boa noite Pedro:


    Carlos Canário morou ao pé de nós, na parte velha da Cidade. E o irmão Cristóvão, homem golo, foi barbeiro do meu Avô, do meu Pai e meu também. Conheci e privei com ele, assim como todos os Portalegrenses acima de uma certa idade o fizeram.

    É uma das nossas jóias da coroa (de toda a Portalegre) e inveja e complexo do Portalegrense, que nunca teve nada assim. Ou o Desportivo, como dizemos por cá. Ou então "a Musga" e "cheira a porco", quando falta a disposição. Isto porque a primeira sede do Desportivo fazia paredes meias com o matadouro, onde musgavam (queimavam o pêlo) os porcos espalhando um pivete incrível nas redondezas.

    Ao invés nós somos a Ralé, porque a base de apoio do Estrela era constituída na sua maior parte por gente pobre. E com territórios bem definidos, isto é, a parte velha era Estrela, a parte nova era Desportivo. E quando silvava o apito da Fábrica da Rolha, mudança de turno e peregrinação às tascas, ouviam-se sonoros cheira a poooorco, respondidos por não menos sonoros, mas menos numerosos; para vai para a barraaaaca. E vice versa. Uma versão regional e norte alentejana do lampião vs lagarto.

    Gritos de guerra com cariz carinhoso e ritualizado, uma forma de cumprimento e uma espécie de afirmação identidária e territorial pacífica. Exceptuando claro está, aos domingos de dérbi mais o day after e no período traumático mais alargado da não subida, por coincidência pouco após o 25 barra 4. Onde os mais esquentados, substituíram os termos atrás referidos, por comuna e facho. Mas tudo passou.

    Assim se prova que misturar política com bola não é boa ideia.
    Agora os tempos são outros e há quem pense o contrário.


    A propósito de Portalegre:
    Quarteto do Sol-Sinos de São Lourenço

    Música e letra de dois amigos já finados. Autor da música a enterrar com a bandeira do Sporting e Vinho da Serra cálice e tudo, o sangue de Cristo dizia ele. Banda sonora de Jimi Hendrix.com discurso do pianista.

    ....por vezes quando desço à cidade e a vejo assim, destapada das brumas https://mapio.net/pic/p-46580226/ vem-me à memória uma Jangada de Pedra.


    As desculpas pelo abuso


    Um abraço, Miguel




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    Pedro Azevedo 23.11.2020

    Não peça desculpa, eu é que agradeço mais uma pérola que aqui deixou.

    Excelente!

    Um abraço
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