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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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Castigo Máximo

24
Jan20

Declaração de interesses


Pedro Azevedo

Li, ouvi, senti o que tem sido dito e escrito por aí sobre mim e naturalmente tal não me foi indiferente. Por outro lado, não sou insensível ao facto de o Sporting ter no presente momento uma Direcção em legítimo exercício de funções, facto só por si suficiente para ser extemporânea a assunção de qualquer compromisso meu em relação ao repto que me foi simpaticamente lançado. 

 

Seja como for, e essa é a matéria desta declaração, a partir de ontem deixou de ser para mim despiciendo a interpretação que os Leitores possam fazer de razões de interesse pessoal que me assistirão para comentar de uma determinada forma. Por isso, para memória futura relacionada com os comentários que for fazendo no "Castigo Máximo", gostaria de deixar claro o seguinte: não me movo contra pessoas, movo-me sim por ideias que se consubstanciam num ideário e, se quiserem, num projecto a favor do Sporting. Como tal, o que escrevo não é por oposição a alguém, mas sim pró-Sporting. 

 

Todos os meus comentários têm uma raíz comum, raíz essa publicada durante o mês de Maio de 2018 no blogue "És a nossa FÉ", onde apresentei um resumo das minhas reflexões sobre o que entendi (e entendo!) deverem ser os pilares do Sporting Clube de Portugal: Sustentabilidade, Cultura (corporativa) e Princípios (ética). Logo, se os meus comentários à actualidade leonina adquirem um tom porventura mais crítico, tal resulta do incontornável facto de a realidade presente contrastar muitíssimo (para não dizer estar nos antípodas) com as reflexões que eu - produto do amor ao clube e da visão que resulta de uma experiência profissional de 30 anos que sempre privilegiou o processo como meio de obtenção do resultado - há mais de um ano e meio atrás publiquei, oferecendo-as (e partilhando-as, na medida em que ninguém possui a verdade absoluta e nenhum homem é uma ilha) aos na época candidatos às eleições do clube e a todos os Sportinguistas que as quisessem ler. 

 

Por tudo isto, creio que resulta óbvio que os meus comentários não se traduzem numa oposição sistemática, ou de conveniência, a ninguém. Igualmente, também gostaria que resultasse absolutamente claro para quem me lê que o meu apoio foi, é e será primordialmente ao Sporting (e à sua perenidade), sempre o bem maior - independentemente de quem conjunturalmente o represente - e a todo o Universo Sportinguista que bem carenciado está de esperança e crença.

 

Por sempre na minha vida ter tido como imperativo a transparência, aqui ficou a minha declaração de interesses.

 

VIVA O SPORTING! 

2 comentários

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    Pedro Azevedo 27.01.2020

    Obrigado!

    Eu penso que encarando a realidade as coisas se tornam mais fáceis. Temos um "gap" grande face à concorrência habitual. Tentamos supri-lo com quantidade. Isso desilude-me. Há que dizer as coisas como elas são. Primeiro, é necessário mostrar que se tem auto-consciência. O Sporting pode começar a fazer uma equipa para ir reduzindo o "gap" de competitividade e em 2/3 anos estar-se a bater de igual para igual, ou pode continuar neste caminho em que nem dá passos no sentido de garantir o futuro nem lida bem com o presente. Se o ano passado terminámos a 13 pontos do líder, ao fim da primeira volta estamos a 19. Eu quero poucas mas boas contratações, mais qualidade e menos classe média. No lugar de classe média que se desenvolvam os jovens. Há muito desperdício de dinheiros no futebol e é possível fazer muito mais com o que se gasta, ou até gastar menos. A união acontecerá quando se começar a fazer o que tem de ser feito. Sem tergiversão. Com convicção, boas práticas de gestão e envolvendo os sócios com o clube.

    Saudações Leoninas
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