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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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Castigo Máximo

14
Mar20

Dogmáticos "ma non troppo"


Pedro Azevedo

O Sporting é um clube curioso onde a antecipação de eleições merece um dogmático não baseado em "os mandatos são para cumprir", mas a eventual antecipação de receitas que em muito ultrapassam o corrente mandato nem sequer precisa de ir a Assembleia Geral (de clube e SAD). 

 

P.S. Não se pode questionar a interrupção de mandato, mas pode-se esvaziar o próximo mandato...   

2 comentários

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    Pedro Azevedo 15.03.2020

    Caro Sol Carvalho,

    em primeiro lugar, permita-me dizer o seguinte: uma coisa é o poder, outra é a autoridade. O poder pelo poder é autocracia ou despotismo. Verdadeiramente importante é o líder ser visto pelos sócios como uma autoridade. E como é que isso se faz? Promovendo a iniciativa, inovando, sendo criativo, criando a mudança, motivando, agregando. Em todas as eleições os sócios são muito importantes. No entanto, a experiência diz-nos que passado esse período passam a ser vistos como um empecilho. Isso é particularmente notória quando a liderança é fraca. Com a ocorrência das primeiras críticas ao trabalho de quem dirige, esse tipo de liderança responde com epítetos e processos de intenção. É a fase dos esqueletos, papagaios e afins, e das agendas. Ora, eu não me revejo em nada disso e não me passa pela cabeça estar a criticar quem tem (os sócios) o dever de estar atento e monitorizar o trabalho de uma Direcção. Isso só servirá para dividir e terá uma motivação de preservação pessoal que nada tem a ver com o superior interesse do clube.

    Eu acredito num Sporting renascentista onde os sócios e as suas ideias são importantes. Não só quero reabilitar a provedoria do sócio como quero conhecer melhor a nossa população de sócios, criando um CRM. Consoante experiência, conhecimento profissional, sócios poderão ser chamados a participar em Comités específicos e assim ajudar a Direcção. Tentando responder, uma a uma, às suas questões:

    1) A minha ideia é criar uma Comissão para a Revisão Estatutária e torná-la a mais abrangente possível do Universo Leonino. Mas atenção: se não queremos mudar de presidente de 2 em 2 anos, ainda mais sensível deverá ser a questão dos Estatutos. Estes são como a nossa Constituição, não podem andar a ser revistos consoante o presidente em exercício ou conjuntura específica, e não podem estar a reboque de interesses. Obviamente, esse tema da proporcionalidade entre sócios deve ser analisado. Eu, por exemplo, tenho 40 anos de sócios e 9 votos. Mas há sócios (poucos) que têm 20 votos. Alguns dirão que a desproporção (>2 para 1) não faz sentido. Por outro lado quem tem 1, 2 votos também se sentirá prejudicado face a mim pela proporcionalidade existente. Eu creio que 3/4 escalões seriam suficientes, mas essa é uma questão que não deve ser imposta mas sim estudada e deve merecer amplo consenso.

    2) Em relação aos núcleos: eu gostaria de ver os núcleos mais ligados ao tecido empresarial e forças vivas da região. Nesse sentido, poderiam ser uma fonte de angariação de patrocínios para as diversas modalidades, venda de camarotes, etc. Imagino um modelo onde possam existir promotores comerciais a trabalhar directamente nos núcleos, com uma distribuição de receitas entre clube, núcleo e promotores (estes trabalhariam essencialmente por "success fee"). O núcleo também poderia ser um ponto de scouting de jovens na região em que se insere, sugerindo futuros jogadores para o Sporting. Isto para além de um modelo que quero desenvolver de angariação de novos sócios, merchandising, bilhética, etc. No que concerne ao voto electrónico sou a favor, mas é preciso garantir a fiabilidade do sistema e evitar a fraude eleitoral.

    (continua)
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