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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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Castigo Máximo

01
Jul19

Os "anti"


Pedro Azevedo

O Sporting continua a ser um clube "anti": há os anti-Varandas, os anti-Bruno, os anti-Cintra, os anti-"sportingados", os anti-"croquetes" e os anti-"brunistas" (3 sub-denominações que seriam bem dispensáveis no nosso léxico, o qual só deveria contemplar "sportinguistas") e a espécie mais comum, os anti-Benfica. Ser pró-Sporting é que parece uma espécie em via de extinção. O Sporting de hoje tem uns adeptos que consomem mais tempo a odiar alguém do que a demonstrar que amam verdadeiramente o clube. E assim vamos andando, sem que isso nos pareça incomodar (a todos) demasiado. Ora, isso nunca pode ser uma força, mas sim uma fragilidade, pois enquanto sobeja tempo para bravatas estéreis à volta de nomes, o mesmo vai escasseando para o debate de ideias conduzentes ao nosso sucesso. Pensem nisso em dia de aniversário.   

 

P.S. Até o novo treinador do andebol é (Thierry) Anti. Apre! (Just kidding.)

 

P.S.2 O Renascimento ainda hoje é visto como o período mais interessante e mais criativo da humanidade desde a Antiguidade Clássica. Caracterizou-se por uma evolução em relação às estruturas mediavais, onde se estimulou e floresceram as ideias, valorizou-se a racionalidade e foi evidente o progresso. 

3 comentários

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    Pedro Azevedo 01.07.2019

    Não creio que tenha entendido o teor do Post e perdoe-me mas não vou entrar nessa discussão do Bruno fica, ou Bruno sai (de sócio). Para mim, foi útil ao Sporting até ao ponto em que começou a ser prejudicial e a esquecer-se daquilo que fez renascer, a ideia de que os sócios são o maior activo do clube. Isso teve muito a ver com a minha decisão na matéria da destituição. Ponto final nesse tema. Quanto ao resto, creio que deve ficar ao juízo de cada um. Pelo menos no que me diz respeito. Não vou influenciar ninguém nessa matéria nem permitir que o blogue seja instrumentalizado por qualquer facção (seremos Sporting sempre, sub-título deste blogue, não será uma promessa vã.).

    O que eu gosto é de discutir ideias, não pessoas. Os moldes em que tem assentado o Sporting nos últimos 25 anos são de um clube vetusto, monolítico e ultrapassado, de costas voltadas para o seu maior activo que são os sócios, onde de há mais de 25 anos para cá, Direcção após Direcção, se abana a bandeira da união, união essa que para os que têm dirigido o clube não pressupõe mais do que uma perpetuação do poder através de um "a Direcção decide, os sócios acatam", não havendo qualquer interacção (para além das AGs) entre as partes para além do período imediatamente anterior à participação nas urnas, onde, subitamente, os sócios passam a ser muito importantes para todos os candidatos. Matérias importantes como um orçamento, mesmo num contexto de mobilizações várias, mereceu a participação de 0,6% dos associados do clube. Se isto é um sinal de mobilização ou vitalidade...
    Depois, os sócios que queiram participar com ideais dirigem-se aonde? Às Assembleias Gerais, no meio da permanente confusão (não é só de hoje, mas é muito de hoje)? São sequer ouvidos? Incentivados para isso? Resta-nos a vivência do sportinguismo nos estádios, pavilhões e à frente do televisor. Afinal, esse é o sportinguismo no seu estado bacteriologicamente mais puro, aquele de que mais gosto.

    Mas o Sporting podia ser muito mais do que isto, lá isso podia, só que visionários como João Rocha não nascem todos os dias.
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 01.07.2019

    Muita parra e pouca uva. De facto quem mais importa é quemgosta mesmo do clube e sofre por ele, seja sócio ou não.
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