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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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Castigo Máximo

11
Set21

Para Rúben Amorim


Pedro Azevedo

Escrevo propositadamente antes do jogo para vincar que a minha opinião não está dependente do nosso resultado contra o Porto. E faço-o para mostrar o meu apoio incondicional a Ruben Amorim e à forma como encara a constituição de um plantel. Bem sei que nós, adeptos, queremos sempre os cromos todos, o plano de contingência face à lesão simultânea de A e B, o mítico avançado cuja produtividade se expressa em golos, mais um defesa central, etc. Acontece que ao longo dos anos a tentativa de suprir todas as lacunas, associada ao despautério de aquisições sem nível para o Sporting, nos conduziu até a um buraco negro, de onde só se vislumbra sairmos se continuarmos a acreditar e a apoiar a política de Amorim. Este não inventou a roda - há anos que o Ajax trabalha assim -, mas soube conciliar a racionalidade dos custos com um projecto de aposta na Formação, perspectivando-se assim uma sustentabilidade futura. Por isso, os planteis são pouco profundos, a fim de se poder recorrer à Formação em caso de necessidade. Por que diabo havíamos de gastar dinheiro em jogadores das equipas B e Sub-23 para depois lhes fecharmos a porta de entrada na A?  Obviamente, havendo oscilações na qualidade entre gerações, nem sempre teremos uma substituição óbvia. Por exemplo, tenho dúvidas se Chico Lamba ou Skoglund algum dia poderão ser reais opções para as posições de central e de ponta de lança, razão pela qual Amorim poderá em certos momentos ser obrigado a promover adaptações e explorar a versatilidade de alguns elementos do actual plantel. Mas esses são os riscos inerentes a um projecto que não pode ser alimentado de gorduras que quando saturadas no banco ou na bancada provocam complicações no coração do clube/SAD (conta de exploração). Por isso, mesmo tendo eu algumas legítimas dúvidas sobre a eficácia de Paulinho ou o racional da dispensa de Pedro Marques (coisas de treinador de bancada), gostaria de aqui mandar um forte abraço ao treinador Ruben Amorim (sim, eu discordei dos valores envolvidos na sua contratação) e agradecer-lhe esta certeza que hoje tenho: enquanto estiver em Alvalade poderemos semore perder o próximo jogo , mas nunca perdemos (hipotecaremos) o futuro. Obrigado. 

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