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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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4 comentários

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    Pedro Azevedo 13.12.2019

    Tem de haver uma forma de levarmos isto sem ser aos berros. Que o humor nos valha! Quanto a Santa Clara é certo que se condoeu perante a pobreza alheia.

    PS: Quanto a S. Francisco de Assis não deve estar no radar do nosso Scouting. Mas, com tudo o que se vai lendo, vendo e ouvido por aí, já estou por tudo...
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    Anónimo 13.12.2019

    Caro Pedro,
    Fantástico, factos são factos!
    Ser-se culto faz toda a diferença!
    Parabéns!
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    Anónimo 13.12.2019

    Obrigado! Não sei se serei merecedor do seu elogio, sabe? É que, quanto mais vou sabendo, mais percebo que nada sei.

    Ultimamente tem-me sido difícil lidar com o nosso insucesso no futebol - sim, porque as modalidades vão-me dando alegrias - , mas desde adolescente que descobri a ironia e o humor e isso vai-me ajudando a relativizar as coisas e manter a resiliência. Não sei se isto pode ajudar alguém - gostaria que sim - , mas pode ser um bom substituto para a berraria que se vai observando por aí. Temos de voltar ao ponto de partida, às razões do nosso sportinguismo, a razão disto tudo. Em cada um de nós existe um Sporting. Essas são as nossas memórias individuais. Precisamos de voltar a traduzi-las em memórias colectivas e assim recuperarmos a nossa alma e identidades comuns. Quando tenho dúvidas, regresso aos meus 8/9 anos e ao quão esmagador foi entrar pela primeira vez em solo sagrado de (antigo) Alvalade e de viver aquela comunhão com aquele ‘ser subitamente animado, vivo’ que são as bancadas do nosso estádio. O sportinguismo faz muito mais sentido quando é partilhado, e esse deveria ser um princípio sempre orientador tanto para a conjuntural Direcção como para o sócio ou adepto anónimo , algo que infelizmente nem sempre está presente na mente de todos. Não se é presidente, está-se presidente, serve-se o clube sem sentido de propriedade, mas a perenidade do clube depende de os sócios serem sócios, não estarem. Pelo menos enquanto andarem por cá, neste mundo.,

    Pedro Azevedo ( Desculpe, o Sapo desconfigurou-né a assinatura.)
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