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Castigo Máximo

De forma colocada, de paradinha, ou até mesmo à Panenka ou Cruijff, marcaremos aqui a actualidade leonina. Analiticamente ou com recurso ao humor, dentro ou fora da caixa, seremos SPORTING sempre.

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Castigo Máximo

18
Set20

Voar como o Jardel sobre os centrais


Pedro Azevedo

Mário Jardel perfaz hoje 47 anos. Em dia de aniversário, nada como oferecer de presente, a ele e a todos os Leitores de Castigo Máximo, este golo marcado ao Vitória de Setúbal que me desperta tantas recordações por motivos não exclusivamente relacionados com o futebol. Nessa noite tive um jantar em Alenquer, repasto há muito agendado que não me permitiu ir a Alvalade. A mesa estava quase completamente preenchida por Sportinguistas (cerca de uma dúzia) e o Tomaz, de transistor colado ao ouvido, ia-nos dando novidades sobre o jogo. Ainda antes do intervalo, uma péssima notícia: o Marius Niculae lesionou-se com gravidade. O tempo passava, o marcador não se alterava e o nosso grupo desesperava. Tudo levava a crer que uma vez mais o velho fado leonino se iria entoar. Mas nós tínhamos o Jardel! E em cima da hora ele lá nos salvou. Bom, mas o melhor é deixar correr as imagens. Elas, muito mais do que a minha prosa, farão justiça ao goleador que foi Mário Jardel. Parabéns! E saudades...

 

P.S. No banco do Vitória, após aquele golo de gala, o JJ até teve de dar brilho ao sapato...

2 comentários

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    Pedro Azevedo 19.09.2020

    O Jardel teve um papel decisivo no título de 2001/02. Percebemos isso ainda melhor no ano seguinte, quando o seu processo de degradação veio à tona e os maus conselhos do seu empresário na época complicaram ainda mais tudo. Faço votos para que esses problemas que o afectaram estejam de todo ultrapassados..

    Ontem foi um dia festivo para ele e como tal só quis mostrar o meu reconhecimento pelo seu contributo para o título de 2001/02. Adicionalmente, aproveitei para singelamente homenagear, através da memória de um jantar, um fervoroso Sportinguista que infelizmente já não se encontra entre nós com quem partilhei principalmente ao vivo alguns grandes momentos de glória do nosso Sporting, o que amplifica a saudade do que foi essa época . Mas, voltando ao Jardel, por culpa própria hoje não é um ídolo do clube e dos Sportinguistas. Ainda assim, ninguém jamais esquecerá o seu contributo para esse título. Muitas vezes, voando como só ele sabia sobre os centrais. Neste lance específico, ele voa sobre um central e no ar pára a bola no peito (!), não a deixando bater no chão antes de desferir um potente remate que não permitiu a dobra ao outro central. Um espectáculo! Essa o Carlos Tê jamais imaginou...

    Um abraço para si, caro Sérgio, orgulhoso Leão do Algarve
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